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O RaioX da Performance analisou o seu perfil e identificou força como a capacidade prioritária de evolução no seu momento atual. Isso não é uma sugestão genérica de ficar mais forte. É uma leitura específica do que está limitando a sua performance hoje — na técnica sob carga, nos movimentos de LPO, no barbell cycling e nas séries que exigem sustentar peso com qualidade.
A questão já não é mais “o que eu preciso desenvolver?”. A análise respondeu isso. A questão agora é: o treino que você está fazendo hoje foi desenhado para desenvolver exatamente essa capacidade, ou está apenas ocupando tempo até a próxima avaliação?
O Protocolo CrossPerformance de Força é a sequência prática do diagnóstico. 16 semanas estruturadas dentro do método CDP, com progressão pensada para resolver exatamente o que o relatório identificou.
Quando força é a capacidade prioritária de evolução, ela aparece de formas muito concretas no treino. Não é só não levantar peso. É o conjunto de coisas que acontecem quando a base de força não sustenta o que o atleta quer fazer no CrossFit.
Esses padrões têm uma causa: a base de força ainda não sustenta a intensidade que o atleta quer operar. E a tendência natural de quem está nessa situação é tentar compensar com mais técnica, mais drills, mais movimento — quando o que está faltando é justamente a fundação que faz a técnica se manifestar sob carga. Mais volume técnico não resolve o que é, na origem, uma lacuna de força. E continuar acumulando esse mesmo padrão de treino tende a estagnar a evolução em vez de destravá-la.
Força no CrossFit não é levantar mais peso pelo peso. É ter base suficiente para que a técnica se manifeste com consistência quando a intensidade sobe, para que o LPO responda com cargas reais e para que o barbell cycling se sustente quando a fadiga chega.
Os relatos abaixo são de atletas que treinaram dentro da estrutura do método CDP da CrossPerformance — a mesma estrutura que sustenta o protocolo. Não são depoimentos de marketing. São conversas reais que descrevem o tipo de evolução que o trabalho de força estruturado produz quando é feito com critério e progressão.
Atleta na 8ª semana da planilha de força CrossPerformance relata 20% de ganho na maioria dos PRs. Nas próprias palavras: “migrei da corrida para o cross, sempre tive mais facilidade em cardio e resistência, e grande deficiência em força.” O diagnóstico identifica a lacuna; o protocolo entrega a estrutura para fechá-la.
Ley Oliveira bate PR de Power Snatch de 95 kg. Nas próprias palavras: “quando comecei na planilha, eu não encaixava 95 kg nem de Squat — consegui bancar de Power.” Quando a base de força evolui, movimentos técnicos sob carga deixam de ser teto e viram piso.
João Paulo Melo: PR de back squat refeito (“marcas que faziam anos que não batia”) e PR de deadlift de 240 kg com 81 kg de peso corporal — quase três vezes o próprio peso, dentro da progressão da planilha.
A maior parte dos atletas que tenta resolver força sozinha faz a mesma coisa: mais um agachamento aqui, mais um deadlift ali, um complexo de barra no aquecimento, um EMOM de força no fim do WOD. Isso é estímulo distribuído. Não é desenvolvimento sistemático de capacidade. Estímulo diluído gera fadiga, não adaptação consistente.
O método CDP — Controle, Direção e Progressão — parte de uma lógica diferente: força se desenvolve com estímulos específicos, dosados e progressivos. Trabalho de base nos padrões fundamentais (squat, deadlift, press), volume periodizado por fases, controle de intensidade ao longo das semanas, e progressão entre blocos que respeita a adaptação do atleta sem comprometer a recuperação.
O resultado não é apenas levantar mais peso em exercícios isolados. É conseguir sustentar carga no contexto do CrossFit: técnica que não quebra quando a barra fica pesada, LPO que responde porque tem fundação, barbell cycling que mantém qualidade na segunda metade do WOD, e segurança nas sequências em que antes a força travava o movimento.
Os prints abaixo respondem a uma das objeções mais comuns: “focar força não vai prejudicar minha performance no resto?” Os atletas dentro dos grupos da CrossPerformance descrevem o oposto — quando a base de força sobe, o LPO responde, o ginástico fica mais consistente, e a transferência aparece em prova. Não é teoria. É o que está sendo registrado no cotidiano dos atletas dentro do método.
Valdenir Gonçalves: planilha de força melhorando LPO e ginástico simultaneamente. Competindo no Monstar Games categoria Master 40+, fez Monstar Pain em 3:37 (60 TTB, 40 HSPU, 20 deadlift 225 lbs). Força desenvolvida com critério transfere para todas as capacidades do CrossFit.
Diego Lovatto, dentro do bloco específico de performance força: RM de 3 reps de clean & jerk em competição com 100 kg, tentou 105 kg. Resposta da equipe CrossPerformance no grupo: “é nessas horas que vemos os resultados dos treinos.” Força aplicada onde importa: na execução técnica sob pressão.
Junior refaz prova 4 da seletiva e abaixa o tempo em 32 segundos (de 4:03 para 3:31). Na sequência, bate PR de snatch de 100 kg. Diego Palomares (admin) acompanhando dúvidas técnicas em tempo real no grupo. Está em zona de classificação. Força e velocidade ganhando junto, dentro da mesma planilha.
Estrutura desenhada para desenvolver força no contexto específico do CrossFit, não programa de musculação ou powerlifting adaptado.
Sem WOD aleatório. Cada sessão tem função na progressão da fase em que você está.
Disponível em qualquer dispositivo. Você recebe o acesso logo após a compra, sem espera.
Para tirar dúvidas de execução, ajustes de carga e leitura de progresso.
Para você avaliar a resposta ao protocolo e definir o próximo passo na sua evolução.
Se acessar e decidir que não é o momento, é só pedir o reembolso. Sem burocracia.
O Protocolo CrossPerformance de Endurance tem valor integral de R$ 397. Para quem já fez o RaioX da Performance, o valor investido no diagnóstico volta como desconto direto no protocolo recomendado. Não é uma promoção. É a lógica do funil: você pagou para saber qual capacidade desenvolver — e esse mesmo valor abate o próximo passo.

Você tem 7 dias corridos, a partir da compra, para acessar o protocolo, conhecer a estrutura e decidir se faz sentido para você. Se decidir que não, basta pedir o reembolso. Sem burocracia, sem questionamento, sem retenção.
O risco da decisão sai do seu lado. Você começa o protocolo sabendo que pode voltar atrás. E quando o risco é zero, a única coisa que pesa na decisão é se o método faz sentido para o que sua análise identificou.
O Protocolo de Endurance não foi desenvolvido do zero para esta oferta. Ele é parte do método CDP (CrossPerformance Development Protocol), o sistema de periodização e desenvolvimento de capacidades que a CrossPerformance aplica nos seus atletas há anos.
O CDP parte de uma lógica clara: evolução no CrossFit é consequência de desenvolver as capacidades certas no momento certo, com progressão estruturada e transferência real para o que o atleta faz no treino. Não existe atalho. Existe diagnóstico preciso e protocolo alinhado ao diagnóstico.
À frente do método está Éder Costa — mais de 10 anos de experiência no CrossFit e mais de 1.000 atletas acompanhados. O trabalho da CrossPerformance se construiu sobre casos reais, ajustes de protocolo baseados em resultados concretos e uma abordagem que recusa tanto o hype quanto a superficialidade.
| Continuar apenas no treino geral do box | Protocolo CrossPerformance de Força |
|---|---|
| Estímulos de força distribuídos entre todas as capacidades, sem foco específico no que sua análise identificou. | Foco direto na capacidade que o RaioX apontou como ponto mais importante da evolução agora. |
| 2 a 3 sessões de estímulo de força por semana, diluídas com outras capacidades. | 6 treinos por semana com objetivo e progressão definidos em cada fase. |
| Evolução de força menos previsível e mais dependente de oportunidades dentro da programação coletiva. | Periodização específica, com volume e intensidade dosados para gerar adaptação real. |
| Dificuldade de saber se a base de força está sendo realmente atacada. | Transferência clara para LPO, barbell cycling, sustentação de carga e técnica sob fadiga. |
| Suporte coletivo, dependente do coach e do tamanho da turma. | Suporte direto via WhatsApp com a equipe CrossPerformance durante todo o protocolo. |
| Sem critério claro de reavaliação de evolução. | Re-teste indicado ao final do protocolo para leitura do próximo passo. |
O Protocolo não substitui o treino no box. Ele complementa — com o estímulo direcionado que a programação coletiva não foi desenhada para oferecer no nível de especificidade que o diagnóstico indicou.
Rafael Marques recebe o re-teste do RaioX da Performance após 4 meses de protocolo. Frase dele, sem edição: “Evoluí em 4 meses o que não consegui evoluir em 1 ano no box onde treinava.” O sistema RaioX → Protocolo funcionando como ciclo fechado, e a evolução medida por dados, não por sensação.
Pergunta da equipe a Rafael: “o que mais sentiu de melhora?” Resposta do atleta: “Qualidade dos movimentos de LPO e força. Senti uma grande diferença, principalmente na recuperação pós-treino de cargas maiores — recuperei mais rápido.” Força desenvolvida com critério não pesa o atleta — sustenta o atleta.
Felipe, prestes a completar 40 anos, não batia PR de back squat há 3 anos. 4 meses na planilha — “mesmo na performance endurance” — subiu PR de back squat de 175 para 185 kg e de front squat de 145 para 155 kg. Resposta de Éder Costa no grupo: “Claro que faz, principalmente a longo prazo.” Idade e direção certa importam mais do que volume aleatório.
Faz sentido a pergunta. A maioria das programações de CrossFit inclui estímulo de força — agachamentos, deadlifts, levantamentos olímpicos, complexos. A questão não é se você treina força. É se o treino que você faz foi desenhado especificamente para desenvolver sua base de força de forma progressiva e sistemática, com o foco que a sua análise indicou como necessário. Uma programação coletiva precisa distribuir estímulo por todas as capacidades de todos os atletas. Ela não foi desenhada para atacar a sua prioridade com a profundidade que um protocolo específico faz.
Se o RaioX indicou força como capacidade prioritária, a análise detectou uma diferença entre o seu nível de força atual e o que a sua performance exige. Ser relativamente forte não significa estar no nível de força que o seu CrossFit precisa agora. O diagnóstico não é uma opinião — é o resultado de um conjunto de métricas avaliadas em relação ao seu perfil e desempenho. Se a análise indicou força, é porque há ganho disponível nessa capacidade que vai impactar o restante.
O protocolo não pede que você pare de treinar no box. Ele é desenhado para ser combinado com a programação que você já faz — com orientação sobre como encaixar a frequência e gerenciar o volume total. Além disso, o histórico de atletas que seguiram o protocolo mostra que a melhora de força tende a transferir para outras capacidades, não a prejudicá-las. Quando a base de força sobe, movimentos técnicos ficam mais consistentes, a potência nos complexos melhora e a resistência em cargas altas aumenta.
O protocolo entrega estrutura, progressão e lógica de treino. O que define se vai funcionar é se você segue com consistência e tem acesso ao suporte quando surgem dúvidas. O WhatsApp da equipe CrossPerformance existe exatamente para isso: tirar dúvidas sobre execução, ajustar movimentos quando necessário e garantir que você esteja treinando dentro da intenção do protocolo. A plataforma Hotmart garante acesso a qualquer momento e em qualquer dispositivo. E a garantia de 7 dias permite que você avalie o protocolo sem risco.
Pode. Não há urgência artificial aqui. Mas vale considerar: o diagnóstico foi feito agora. A capacidade prioritária de evolução está identificada. Cada semana que passa com treino genérico é uma semana em que essa capacidade não está sendo atacada com a especificidade que o protocolo oferece. O desconto para quem fez o RaioX está disponível neste momento — e o protocolo tem duração definida de 16 semanas, o que significa que quanto antes você começa, mais cedo chega ao próximo nível de avaliação com dados reais de evolução.
Não. O critério de acesso é ter o diagnóstico do RaioX apontando força como capacidade prioritária e ter base mínima de movimento e rotina de treino estabelecida. Nível competitivo não é pré-requisito. O protocolo tem progressão pensada para se ajustar à fase atual do atleta — o intermediário constrói a base de força, o avançado consolida a transferência para movimentos técnicos sob carga.
Para atletas de CrossFit que fizeram o RaioX da Performance e receberam força como capacidade prioritária de evolução. O protocolo foi desenhado para quem já treina com regularidade e quer desenvolver essa capacidade de forma estruturada, não aleatória.
16 semanas. A duração foi calibrada para que cada fase do método CDP — base, desenvolvimento e transferência — tenha tempo suficiente para gerar adaptação real.
O acesso é imediato via plataforma Hotmart, disponível em qualquer dispositivo — celular, tablet ou computador.
O protocolo segue uma estrutura progressiva desenvolvida para o perfil de força identificado pelo RaioX. Não é prescrito sessão por sessão de forma individual, mas o suporte via WhatsApp existe para acompanhar o seu progresso.
Sim. Suporte via WhatsApp com a equipe CrossPerformance durante todas as 16 semanas. Para dúvidas de execução, leitura de progresso e ajustes.
É indicado um re-teste para leitura do próximo passo na evolução. Você avalia a resposta ao protocolo e define a direção seguinte com base na nova análise — mantendo a lógica de RaioX → Protocolo CDP.
Faz. O treino genérico do box distribui estímulo de força entre todas as capacidades — é assim que o CrossFit coletivo funciona. O protocolo coloca a força como foco sistemático, com progressão planejada que o treino coletivo não consegue oferecer no mesmo nível de especificidade. Se a análise indicou essa capacidade como prioritária, o estímulo geral do box não está sendo suficiente para desenvolvê-la no ritmo que sua performance precisa.
7 dias incondicional. Se por qualquer motivo você acessar o protocolo e decidir que não é o momento certo, é só solicitar o reembolso dentro do prazo. Sem burocracia.
Sim. O valor que você investiu no RaioX (R$ 147) volta integralmente como desconto no protocolo.