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O RaioX da Performance analisou o seu perfil e identificou endurance como a capacidade prioritária de evolução no seu momento atual. Isso não é uma sugestão genérica de cardio. É uma leitura específica do que está limitando a sua performance hoje.
A questão já não é mais “o que eu preciso desenvolver?”. A análise respondeu isso. A questão agora é: o treino que você está fazendo hoje foi desenhado para desenvolver exatamente essa capacidade, ou está apenas ocupando tempo até a próxima avaliação?.
O Protocolo CrossPerformance de Endurance é a sequência prática do diagnóstico. 16 semanas estruturadas dentro do método CDP, com progressão pensada para resolver exatamente o que o relatório identificou.
Quando endurance é a capacidade prioritária de evolução, ela aparece de formas muito concretas no treino. Não é só ficar sem fôlego. É o conjunto de coisas que acontecem quando o sistema aeróbico não consegue sustentar o que o atleta quer fazer.
Ritmo que quebra antes do fim do workout, mesmo quando a carga era controlável. Recuperação que demora mais do que deveria entre rounds ou entre estímulos. Qualidade de movimento que cai nos momentos em que o treino aperta. Consistência menor em sessões repetidas, especialmente nas que combinam trabalho cíclico com cargas ou movimentos complexos.
Esses padrões têm uma causa: a base aeróbica ainda não sustenta a intensidade que o atleta quer operar. E a tendência natural de quem está nessa situação é tentar compensar com mais esforço — mais WODs, mais metcons, mais sofrimento. O problema é que esse tipo de resposta não desenvolve endurance de forma progressiva. Na maioria das vezes, mantém o atleta no mesmo patamar de capacidade, só com mais fadiga acumulada.
Endurance no CrossFit não é sobre aguentar mais sofrimento. É sobre conseguir manter qualidade e ritmo quando o treino aperta, e recuperar com mais eficiência para fazer o mesmo na sessão seguinte.
Os relatos abaixo são de atletas que treinaram dentro da estrutura do método CDP da CrossPerformance — a mesma estrutura que sustenta o protocolo. Não são depoimentos de marketing. São conversas reais que descrevem o tipo de evolução que o trabalho aeróbico estruturado produz quando é feito com critério.
Rômulo, atleta acompanhado por Éder Costa, relata melhora direta na parte de cardio, redução de fadiga nos WODs e capacidade de sustentar cargas altas que antes quebravam no meio do treino.
Cassio Primmaz, 30 dias após começar a planilha CrossPerformance: melhora no condicionamento, retorno das cargas altas e mais facilidade nas porcentagens dos workouts.
Atleta acompanhado pela equipe descreve, nas próprias palavras, a evolução em endurance: mais adaptação de carga, melhora simultânea em resistência de movimento e atividade aeróbica.
A maior parte dos atletas que tenta resolver endurance sozinha faz a mesma coisa: mais WODs, mais metcons, mais corrida pesada no fim do treino. Isso é volume de esforço. Não é desenvolvimento de capacidade. Volume mal distribuído gera fadiga, não adaptação.
O método CDP parte de uma lógica diferente: endurance se desenvolve com estímulos específicos, controlados e progressivos. Trabalho de zona aeróbica (Z2) para construir base, sessões cíclicas com objetivo definido, controle de intensidade por sinais respiratórios e batimentos, e progressão entre fases que respeita a adaptação do atleta.
O resultado não é só “cansar menos”. É conseguir sustentar ritmo quando o treino aperta, manter qualidade de movimento sob fadiga, recuperar mais rápido entre estímulos e sustentar a performance ao longo de toda a sessão — não apenas em rounds isolados.
Construção da capacidade de sustentação em baixa intensidade. Trabalho controlado por respiração e frequência cardíaca para criar a fundação que vai sustentar tudo depois.
Aumento progressivo da intensidade dentro de estímulos específicos para o CrossFit. Trabalho cíclico misturado com cargas e movimentos complexos.
Aplicação da capacidade desenvolvida em contextos reais de treino. Sustentação de ritmo em WODs longos, recuperação eficiente entre rounds e consistência sessão após sessão.
Igor Cielavin Machado relata sessão de 11,32 km em pace 5:19/km respirando apenas pelo nariz. “Tenho sentido muita evolução nesses treinos em baixa intensidade.” Trabalho de Z2 e controle respiratório aplicados — exatamente o que o protocolo organiza nas primeiras fases.
Junior, atleta do grupo, descreve resultado em prova de Hyrox: “Os cardios de baixa intensidade e respiração nasal — a prova foi tranquila.” O método CDP transferindo diretamente para um contexto competitivo real.
Gabriel Barbosa, com menos de 6 meses de planilha, relata performance no CrossFit Open 23.2 muito próxima de atleta que se classificou para as quartas. Nas próprias palavras: “Sei que não é mágica, mas fazendo tudo certinho o resultado é certíssimo.”
Organizadas em fases progressivas dentro do método CDP. Desenhadas para desenvolver endurance no contexto específico do CrossFit, não cardio genérico.
Sem WOD aleatório. Cada sessão tem função na progressão da fase em que você está.
Disponível em qualquer dispositivo. Você recebe o acesso logo após a compra, sem espera.
Com a equipe CrossPerformance durante todas as 16 semanas. Para tirar dúvidas de execução, ajustes de carga e leitura de progresso.
Indicado para avaliar resposta ao protocolo e definir o próximo passo na sua evolução.
Se acessar e decidir que não é o momento, é só pedir o reembolso. Sem burocracia.
O Protocolo CrossPerformance de Endurance tem valor integral de R$ 397. Para quem já fez o RaioX da Performance, o valor investido no diagnóstico volta como desconto direto no protocolo recomendado. Não é uma promoção. É a lógica do funil: você pagou para saber qual capacidade desenvolver — e esse mesmo valor abate o próximo passo.

Você tem 7 dias corridos, a partir da compra, para acessar o protocolo, conhecer a estrutura e decidir se faz sentido para você. Se decidir que não, basta pedir o reembolso. Sem burocracia, sem questionamento, sem retenção.
O risco da decisão sai do seu lado. Você começa o protocolo sabendo que pode voltar atrás. E quando o risco é zero, a única coisa que pesa na decisão é se o método faz sentido para o que sua análise identificou.
O Protocolo de Endurance não foi desenvolvido do zero para esta oferta. Ele é parte do método CDP (CrossPerformance Development Protocol), o sistema de periodização e desenvolvimento de capacidades que a CrossPerformance aplica nos seus atletas há anos.
O CDP parte de uma lógica clara: evolução no CrossFit é consequência de desenvolver as capacidades certas no momento certo, com progressão estruturada e transferência real para o que o atleta faz no treino. Não existe atalho. Existe diagnóstico preciso e protocolo alinhado ao diagnóstico.
À frente do método está Éder Costa — mais de 10 anos de experiência no CrossFit e mais de 1.000 atletas acompanhados. O trabalho da CrossPerformance se construiu sobre casos reais, ajustes de protocolo baseados em resultados concretos e uma abordagem que recusa tanto o hype quanto a superficialidade.
| O que você vai ter acesso | Treinos gerais de box | Protocolo da Crossperformance |
|---|---|---|
| Estímulos variados, sem foco específico na capacidade prioritária que sua análise identificou | Não | Sim |
| Evolução de endurance menos previsível e mais dependente de volume acumulado | ||
| Tendência a resolver com mais esforço e mais sofrimento, sem estrutura de progressão | ||
| Dificuldade de sustentar ritmo e recuperar com consistência ao longo do tempo |
Atleta iniciante, vindo da musculação, na 3ª semana de protocolo: “Realmente, eu vejo uma ENORME evolução.” Quebra a ideia de que protocolo estruturado é só para atletas avançados — direção clara funciona desde o começo da base aeróbica.
Junior relata, dentro do grupo CrossPerformance, evolução simultânea em endurance e cargas: PR de back squat 185→190 kg, bench press 100→106 kg, front squat 155→161 kg, thruster 100→125 kg. No CrossFit Open 23.2, fez 120 kg no thruster — 20 kg a mais do que no ano anterior. Endurance estruturado não compete com força. Os dois se sustentam.
Francisco Gonini, meia maratona Athenas Run 21 km em pace 4:25/km com frequência cardíaca controlada em 136 bpm. “Estes treinos em Z2 realmente melhoram muito o condicionamento — nestes 18 meses foi o que mais me chamou atenção.” Trabalho de zona aeróbica do método CDP transferindo diretamente para prova longa.
Fazer cardio dentro dos WODs é diferente de desenvolver endurance com progressão estruturada. O treino geral do box distribui estímulos de forma variada — é assim que o CrossFit funciona. Mas quando a sua análise mostra que endurance é a capacidade prioritária, isso significa que o estímulo geral não está sendo suficiente para desenvolver essa capacidade no ritmo que sua performance precisa. O protocolo não substitui o treino do box. Ele organiza um trabalho específico para a lacuna que foi identificada.
Pode ser que os dois coexistam. Mas a análise que você fez aponta endurance como capacidade prioritária neste momento — não como único ponto de melhora. Se o sistema aeróbico não sustenta a performance, qualquer melhora técnica vai ter menos expressão prática. Desenvolver a base não elimina o trabalho técnico — ele cria as condições para que a técnica se manifeste com mais consistência sob fadiga.
O protocolo não é um programa de corrida de longa distância. Ele foi desenvolvido dentro do método CDP para desenvolver endurance no contexto do CrossFit, respeitando a natureza do esporte. A preocupação faz sentido em protocolos genéricos de cardio — e é justamente para se diferenciar disso que existe um protocolo específico como esse. Perda de força não é consequência de desenvolver capacidade aeróbica com critério; é consequência de fazer volume excessivo e mal distribuído.
Você pode tentar resolver sem estrutura — muitos atletas seguem esse caminho. A questão não é se é possível, mas quanto de tempo e energia vai custar. A análise já identificou a prioridade. Um protocolo estruturado organiza estímulos progressivos para desenvolver especificamente o que foi diagnosticado. Fazer isso por conta própria significa criar a estrutura do zero, sem referência de progressão. Pode funcionar. Mas tende a ser mais lento e mais sujeito a estagnação.
Esperar é uma escolha legítima. O que vale considerar: a capacidade prioritária que sua análise identificou não vai mudar por conta própria enquanto você espera. O treino geral vai continuar gerando estímulos variados, mas não o desenvolvimento específico que o relatório diagnosticou como necessário. Cada semana sem endereçar isso é uma semana mantendo o mesmo padrão que a análise registrou. O desconto de R$ 147 está disponível agora. A garantia de 7 dias remove o risco da decisão.
Não. O critério de acesso é ter o diagnóstico do RaioX apontando endurance como capacidade prioritária e ter regularidade de treino para executar 6 sessões por semana. Nível competitivo não é pré-requisito. O protocolo tem progressão pensada para se ajustar à fase atual do atleta — o iniciante constrói a base aeróbica, o intermediário desenvolve a sustentação de intensidade, o avançado consolida a transferência.
Para atletas de CrossFit que fizeram o RaioX da Performance e receberam endurance como capacidade prioritária de evolução. O protocolo foi desenhado para quem já treina com regularidade e quer desenvolver essa capacidade de forma estruturada, não aleatória.
16 semanas. A duração foi calibrada para que cada fase do método CDP — base aeróbica, desenvolvimento e transferência — tenha tempo suficiente para gerar adaptação real.
O acesso é imediato via plataforma Hotmart, disponível em qualquer dispositivo — celular, tablet ou computador.
O protocolo segue uma estrutura progressiva desenvolvida para o perfil de endurance identificado pelo RaioX. Não é prescrito sessão por sessão de forma individual, mas o suporte via WhatsApp existe para acompanhar o seu progresso.
Sim. Suporte via WhatsApp com a equipe CrossPerformance durante todas as 16 semanas. Para dúvidas de execução, leitura de progresso e ajustes.
É indicado um re-teste para leitura do próximo passo na evolução. Você avalia a resposta ao protocolo e define a direção seguinte com base na nova análise — mantendo a lógica de RaioX → Protocolo CDP.
Faz. O cardio dentro do treino geral do box distribui estímulos variados, que é a lógica do CrossFit. O protocolo organiza trabalho específico para desenvolver endurance com progressão — o que é diferente de acumular esforço aeróbico nos WODs. Se a análise indicou essa capacidade como prioritária, o estímulo geral do box não está sendo suficiente para desenvolvê-la no ritmo que sua performance precisa.
7 dias incondicional. Se por qualquer motivo você acessar o protocolo e decidir que não é o momento certo, é só solicitar o reembolso dentro do prazo. Sem burocracia.
Sim. O valor que você investiu no RaioX (R$ 147) volta integralmente como desconto no protocolo.